Kintoun Blog 2.0

Blog que reune informaçãoes sobre a fantástica série Dragon Ball

Ultimate Tenkaichi é inovador, mesmo que fuja ao estilo “clássico” para um jogo de DB. E isso pode não ser ruim. | VideoGames

Muita gente reclama e  reclamou sobre no que se tornaram os jogos da série: repetitivos. Com um lançamento a cada pouco tempo, sem adição de maiores novidades que não personagens de especiais, a série, para muitos, enjoou, de forma perceptível em muitos comentários que se acha. Agora, depois do sucesso de Naruto com Ultimate Ninja Storm, os produtores resolveram ir para o lado dos QTEs, aparentemente algo totalmente fora de propósito em um jogo de Dragon Ball, mas cujo resultado final se revela incrível para olhos mortais.

Ok, os fãs mais conservadores vão olhar e dizer: “Isso não parece um jogo de Dragon Ball”. Mas é.. Só que diferente daquele modo história a que nos habituamos. Nem teremos isso dos QTEs o tempo todo, elas não vão ser “Pedra-Papel-Tesoura” (Dragon Rush) e só vão ser visíveis em alguns modos de jogo-  claro que  no modo versus pois a coisa mais emocionante do mundo é apertar botões e girar analógicos freneticamente em frente a TV e ao lado de uns amigos torcendo! Ah, sim! Ou já se esqueceram quem realmente vai jogar esse jogo, seus marmanjos?

E falando em modo história, lembram do Budokai 3? Aquele em que devíamos voar até os lugares e tínhamos total liberdade pelo para andar pelo planeta e vinha com tramas paralelas e secretas para conseguir personagens? Bem, parte disso  foi confirmado e, se minhas preces a Spike forem atendidas, a segunda parte tem que ser verdade. Além disso, um novo sistema de rasgos nas roupas, que devem se rasgar de várias formas e também… criação de personagens, que poderão ser usados no modo “versus” ou no modo online. Finalmente, eu digo! Meu lado cético não esperava por isso, mas sempre tive esperanças. Lá no fundo.

Goku vs Ginyu

No meu último post sobre o jogo, falei algo sobre visão lateral, e lá está ela, mais presente do que podia imaginar. Existe uma movimentação fuida entre os tipos de câmera e as batalhas podem começar em qualquer uma delas. Talvez até tenhamos alguma opção. Havia algo parecido no Tenkaichi 3, mas só para distância do personagem. Enfim, o menu de opções é um dos toques finais e dificilmente saberemos antes da estréia do jogo.

Mesmo assim, se você ainda estiver com os dois pés atrás, eu não sei o que fazer. Simplesmente não é do seu gosto, seja  por um motivo, seja por outro. Muito bem. Questão de ponto de vista. Do meu, é a melhor novidade da Spike em mais de 5 anos e um bom jeito de inovar mais uma vez, ainda nessa geração. Seguindo, para me poupar de um Post Scriptum, recomendo dois links interessantes, mesmo que esteja em francês. Esta entrevista, disponível no fórum da Nanco Bandai mostra bastante do jogo. E assim termino o artigo, com esperanças positivas de um futuro melhor para Dragon Ball.

Mãe aceita chamar seu filho de Son Goku, se uma página no Facebook conseguir 1M de “Likes” | Outros?

Um português, aparentemente um grande fã de Dragon Ball, propôs algo a mulher. O seu filho, que deverá nascer em fevereiro, deve se chamar Son Goku, caso sua página no Facebook consiga 1 milhão de likes (mais conhecido no Brasil como curtir). O projeto, em 3 dias, arrecadou cerca de 45.000 votos e dividiu opiniões -nem todos concordam com nomes assim, muitos nem sequer acreditam em tantos likes facilmente.

Mas é curioso. Não só desafia um tanto a lei, que em Portugal, proíbe o uso de nomes estrangeiros (por isso só vemos Joãos e Manuéis) se um dos pais não for estrangeiro, como nos faz pensar na influência de Dragon Ball na vida das pessoas, como marco na infância, ao ponto de um pai querer colocar o nome no filho, mesmo contra a opinião da mãe.

Pessoalmente, eu concordo um tanto com ela: o nome Goku pode ser muito mal interpretado e até o nome Son acho melhor e diferente da mesma forma, embora facilmente confundido com a palavra em inglês son (filho). Enfim, dei meu voto apoiando a causa. Se der certo, o garoto nasce com o nome de Son Goku e com pelo menos o equivalente a 10% da população portuguesa apoiando.

Definitivamente nomeado, Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi ganha “reais” Trailers e Amostras de Gameplay! | VideoGames

Estou feliz com os rumos para os quais a Nanco Bandai anda levando Dragon Ball. Bastante feliz. Depois de jogos um tanto quanto mal recebidos pela crítica, a empresa parece ter acertado de vez. Algumas semanas após as últimas notícias, é mostrado ao público um trailer mais fiel a realidade do jogo. Cumprindo o prometido, com cenários extremamente destrutíveis e detalhes nas caras dos personagens, a Nanco Bandai nos manda até um elogio: “Fãs de Dragon Ball estão entre os mais apaixonados experts em jogos e animes do mundo!”.  Também destacam-se detalhes não previamente divulgados, como uma câmera próxima como nunca antes num jogo de Dragon Ball, assim como longos e pouco repetitivos (entendam, isso é bom) combos. Bem, peço que desfrutem dos videos espalhados pelo artigo.

Tive uma impressão RagingBlastesca, a princípio. Começando pela aparição de um SSJ de cabelos levemente esverdeados. E era o Goku. Provavelmente algum problema de luz, mas torço, torço mesmo, para que não mantenham isso na versão final, ja´que problemas de cor foram uma das coisas que me incomodaram em Raging Blast. Mas a impressão RB passa aos poucos. Percebeu o Janemba em tamanho real? Hits seguidos e o título escolhido pelos fãs. Na cena seguinte, um jeito comum de mostrar o gameplay de qualquer jogo da série: o combate de Goku contra Vegeta. Segue um padrão normal, golpes, cortes, golpes, cortes, mas passa a ser diferente quando param os cortes entre os personagens e o trailer finalmente exibe combos fluidos!

Agora um trailer de gameplay. Mostrando um combate realmente variado como o do trailer. É interessante, no mínimo, começar a luta com uma câmera tão próxima do personagem. Achei um pouco falso aquele começo com os blast, com movimentos muito rápidos, mas não se percebe o mesmo com o personagem em movimento.

Temos largos combos, daqueles para se impressionar amigos, durante toda a luta. E, contrariando o que alguns disseram, aqueles efeitos em preto e branco em alguns ataques não eram somente trabalho da edição do trailer, pois eles estão no meio da jogatina! Vemos também uma das marcas de DB: girar incessantemente os analógicos para lançar longe os inimigos – em grande estilo.

E, no final do video, uma câmera lateral, de poucos segundo, mas que chamou a atenção (afinal, o video para no fim). O jogo, além de colocar o estilo Tenkaichi nos combos áereos – na sensação de liberdade – parece nos dar, no combate corporal em terra, uma experiência a la Budokai. Isso me lembra que ainda faltam cenários com água e, caso eles não apareçam, não sei se vai ser um bem ou um mal. Sempre foi algo meio inútil, até porque eram todos nadadores profissionais. Se forem colocar, pelo menos que haja um limite.

O que eu espero? Bastante ação, um gameplay consideravelmente novo – diferente do que aconteceu de Budokai para Burst Limit ou de Tenkaichi para Raging Blast – gráficos renovados e mais tudo o que sempre há em um jogo de Dragon Ball: muitos personagens, pressionamento frenético de botões e, com amigos, uma fonte de horas de entretenimento. Aguardem até 28 de Outubro!

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